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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Vibrações na presença do Mestre

Você pode participar da vibração de hoje, com áudio, no link abaixo:

Ou através da leitura do texto:

Mentalize em torno de si um campo de energia luminosa cheia de vitalidade e de alegria.
Relaxe.
Inspire esse ar luminoso, carregado de energia e de alegria. Visualize essa onda de força luminosa penetrando em seu corpo, espalhando-se por ele.
Não pense. Apenas sinta um estado de calma, de profunda paz.

Imagine que se encontra no campo, na hora do crepúsculo...

Você olha o céu, as nuvens tingidas de rosa e dourado, e começa a sentir uma saudade imensa de algo que não consegue definir.

Vibrações de paz profunda aquietam os pássaros nos galhos do arvoredo e uma suave aragem anuncia a chegada de alguém.
De algum ponto do infinito o Mestre vem caminhando em sua direção. Seu passo é calmo e o semblante belo e sereno.
Aproxima-se mais. Seu olhar irradia afeto, amor profundo, e você se sente envolvido nessas vibrações.
Em seu coração todas as mágoas desaparecem, todos os sentimentos pesados, as tristezas e preocupações desaparecem.
Em suas emoções só há confiança, alegria, amor.
Alguém surge a seu lado. Você olha e vê que é um dos companheiros de atividades espíritas.
E vai chegando mais um, mais outro, e logo você percebe que todos os seus companheiros estão ali com você, diante do Mestre.
Ele olha para todos com imenso afeto. Em seu olhar não existem perguntas, nem censuras, apenas carinho, amor profundo.
Aproxima-se mais um pouco. Dos Seus olhos e do Seu coração partem poderosas vibrações de amor e compreensão, envolvendo todo o grupo.
Observe como o Mestre olha com amor para todos, um por um, sem excluir quem quer que seja.
E Ele fala com uma voz suave como a dos ventos brandos do amanhecer, dizendo:
“Meus discípulos serão conhecidos por muito se amarem”.

E ali, na presença do Mestre, sentindo a grandeza do seu amor, você percebe como são pequenas todas as divergências que possam acontecer entre membros do Grupo.
Você percebe como não tem sentido qualquer mal-querença ou antipatia.
Em seu coração só há fraternidade, confiança e alegria.
E assim, diante do Mestre, nutrindo-se do Seu amor, você lhe faz uma súplica silenciosa:
Mestre dos mestres proteja e fortaleça o centro espírita que freqüento.
Abençoa o movimento espírita em nosso país e no mundo.
Ilumine, guarde e proteja cada companheiro espírita, ajudando a todos nós a desenvolvermos mais amorosidde, com paz e alegria no coração.

Guarda-nos, ó Mestre, na tua luz.


Conheça também www.bemviver.org


ORAÇÃO DE CO-CRIAÇÃO DE KRYON



Eu (seu nome completo) co-crio minha cura física e decreto o despertar de minha memória celular.
Em virtude disso, de maneira adequada e sagrada me dirijo agora a ti, Querido Corpo:
Estamos juntos nesta vida e juntos nos curamos a nós mesmos, juntos temos o poder de imunizar-nos de qualquer processo que possa deteriorar a saúde de nosso sistema físico.
Juntos nos regeneramos, juntos rejuvenescemos e juntos temos o poder de retardar a liberação da química hormonal que envelhece , pois juntos desativamos por tempo indeterminado o envelhecimento de nossas células, tecidos, órgãos e funções, e reconectamos em nosso Ser, de forma harmônica e equilibrada, os 12 códigos do DNA,
para alcançar os 12 níveis superiores de conhecimento espiritual, emocional, físico e mental.
Da mesma forma, juntos agora ativamos o crescimento e funcionamento de nossa glândula pineal, para sentir as freqüências más altas do pensamento, que proporciona o conhecimento e para colocar em marcha o processo de Ascensão que está gravado em nosso DNA.
Agora, cada célula nossa sabe, proclama sua intenção e atua em conseqüência, mantendo níveis ótimos de constante boa saúde e rejuvenescimento físico, mental, emocional e espiritual de nossos sistemas.
Eu ... creio em meu mundo, sou livre de espaço e do tempo e sou parte de Todo o Que É.
Eu honro esta Terra, honro minha própria existência, vivo no Agora e aceito minha realidade presente.
Aceito o que tenho, aceito o que sou e aceito Ser, pois sei que a gratidão pelo momento presente e pela plenitude da vida Agora é a verdadeira prosperidade que continuamente se manifesta a mim de muitas formas.
Da mesma forma, Eu estou em contacto permanente com todos os níveis de meu Eu Multidimensional que desfruta de total prosperidade material,a qual se manifesta totalmente no nível multidimensional onde se encontra esta parte expandida de mim, Aqui, Agora, no plano Terra.
Eu ... mereço estar aqui agora e sou merecedor de muitas coisas boas.
Portanto, me abro e compreendo que mereço dispor de plena abundância para suprir todos os meus desejos e necessidades, e compreendo que o Grande Espírito está aqui para me dar amor, paz, equilíbrio, saúde e prosperidade.
Somente as coisas boas se ligam a mim, pois eu sou uma peça da Totalidade e sou Perfeito diante da visão do Grande Espírito.
Nenhuma palavra humana pode mudar o Eu Sou, Pois Eu Sou o Que Sou e mereço estar agora neste formoso lugar chamado Terra.
Eu Sou o Que Sou.
Eu Sou Tudo o Que Sou.
Eu Sou Tudo o Que Sou e Tudo o Que É.
Eu Sou Uno com o Todo.
De acordo com o Plano e com a Vontade Divina, Eu ...como o ser multidimensional que sou, convoco a todos os Maestros Ascensionados e a todos os Seres de Luz que estejam envolvidos com os conhecimentos que eu deva receber, para que me transmitam a totalidade de tais conhecimentos nos níveis adequados e me indiquem como proceder para sua interpretação, aplicação e divulgação, para assim honrar e co-criar harmoniosamente o matrimonio total com o contrato de aprendizagem que eu mesmo assinei com o Grande Espírito..
Em nome do Grande Espírito, Eu ... co-crio que enfrento a mudança sem temor e sem participar de qualquer situação apocalíptica coletiva.
Em nome do Grande Espírito, Eu ... co-crio as qualidades do perdão e a compaixão incondicional, o amor inter e intra-pessoal E a perfeita saúde física, mental e espiritual.
Em nome do Grande Espírito , Eu ... co-crio a obtenção do conhecimento desta nova energia, com todos os seus alcances, com todas as suas ferramentas e no mais puro amor,para utilizá-lo para meu próprio bem, minha sabedoria, minha maestria e para o roteiro e o bem de toda a humanidade.
Em nome do Grande Espírito , Eu ... co-crio a mais alta energia espiritual criadora de todo o tipo de recursos intelectuais, espirituais e materiais,para divulgar corretamente, apropriadamente e com desapego todos os conhecimentos que me forem indicados e para obter sem esforço todos os recursos financeiros que sejam necessários para realizar correta e apropriadamente minha missão, para viver folgadamente, com qualidade de vida e para compartilhar com outros minha prosperidade material.
As coisas possivelmente nunca sejam aquilo que pareçam…
Portanto, Eu .. como o ser multidimensional que sou,nesta hora y neste momento,
Peço para ser envolvido na Luz Branca Dourada da Criação, para trabalhar integralmente com a Divina Presença acima de minhas prováveis crenças ou limitações, para estar permanentemente conectado com alta percepção e adequada expressão, para atuar sempre de acordo com o Plano Divino de Luz, honrando o Grande Espírito e aos desígnios superiores do Plano Mestre de Tudo o Que É.
Eu ... libero completamente e com total confiança o resultado desta afirmação, eu o coloco nas mãos do Grande Espírito, de meu Eu Multidimensional e me desapego do processo.
Assim é.

Fonte: Portal Arco Iris e Centro de Cura Cósmica
Canal - Mario Liani
Tags: co-criação, de, kryon, oração

domingo, 27 de fevereiro de 2011

O médium Divaldo, o Leonardo da Vinci do Espiritismo

         
O italiano Leonardo da Vinci (1452-1519) foi médium, exercendo suas faculdades de todas as formas que se lhe apresentaram.


A polivalência mediúnica de Leonardo


 Aprendeu pintura e desenho com Verrocchio (1435-1488), em 1470. Na pintura, destacam-se a Adoração dos Magos, A Última Ceia, Madonna del Garofano, Anunciação, Gioconda etc. Foi criador do sfumato, meia-luz vaporosa que banha as formas.
Como estatuário, se propôs fazer a estátua de Francesco Sforza (1401-1466), que não foi fundida, sendo destruída pelos franceses; como arquiteto, decorador e urbanista, fez projetos para o duque Ludovico: construções civis e militares, restaurações da catedral de Milão, projetou a urbanização dessa cidade, prevendo esgotos, projetou modelos de barco, recebeu o encargo de desviar o rio Arno. Serviu ao duque César  Bórgia  (1475-1507),  fazendo pontes,  portos e

canais, na Úmbria, Toscana e Maremma.
Na filosofia, enquadra-se no naturalismo científico e em sua observação dos sentidos há uma psicologia do conhecimento intuitivo. Na matemática, fez pesquisas sobre a quadratura das lúnulas (que têm forma de meia-lua), a transformação dos sólidos sem diminuição ou acréscimo de matéria, enunciou teoremas sobre Geometria do tetraedro, formulou teorias sobre o centro de gravidade dos sólidos. Inventou instrumentos de precisão (compasso de proporção, parabólico e elíptico).
Na física, estudou estática e dinâmica, baseando-se em Aristóteles (384-322 a.C.) e Arquimedes (287-212
 

a.C.), formulando a decomposição de forças segundo duas direções e enunciou o teorema do polígono de sustentação da balança; realizou pesquisas sobre os centros de gravidade, antecipando Galileu (1564-1642), e idealizou uma máquina testando resistência dos fios metálicos à tração. Apresentou definições para força, percussão e ímpeto, e estudou os efeitos do atrito.


Na música, destacou-se na lira, instrumento musical de cordas pinçadas, e organizou festas para distrair a nobreza. Fez estudos sobre astronomia, botânica, engenharia, zoologia, ótica e anatomia, como observações sobre tempestades, ação do raio, fenômenos de erosão, mecânica, hidráulica dos canais de Florença, sistema defensivo de Veneza, estudou causas das marés, descobriu mecânica dos músculos, leis da visão humana, medição da distância da Terra ao Sol, tamanho da Lua etc. De suas cinco mil páginas, há coleções na Biblioteca Ambrosiana (Codex Atlanticus), com 1.600 folhas de seus manuscritos enciclopédicos, escritos em literatura especular (trás para frente).

Como inventor e precursor, considerado profeta, com base no vôo dos pássaros determinou os princípios para construção de aparelho mais pesado que o ar, que voa aproveitando força do vento; estudou resistência do ar; esboços de parafuso aéreo, parecido com helicóptero, criado depois de 400 anos; pára-quedas, criado dois séculos depois; modelos de canhões de uso militar, que começavam a ser utilizados; inventor do escafandro, isqueiro, uso do vapor como meio de propulsão, bomba hidráulica para elevar água, primeira do gênero etc. Médium, entrou na sintonia psíquica do futuro.

A polivalência mediúnica de Divaldo Franco

Em Divaldo Franco também identifica-se a capacidade de dedicar-se a diferentes e múltiplas atividades. Desde os 4 anos afloraram suas faculdades mediúnicas de vidência e audiência.
Adolescente, encaminhado ao Espiritismo, começando a fazer palestras espíritas com 20 anos, em 1947, já fez cerca de 15 mil conferências, no Brasil e em 57 países, visitando cerca de mil cidades, em todos os continentes. Viajou, no estrangeiro, 2.500.000 km, equivalente a dar 59 voltas ao redor da Terra ou ir oito vezes
 
até à Lua(veja o mapa)...
 





Com 20 anos fundou o Centro Espírita Caminho da Redenção, que já atendeu milhares de pessoas; com 21 anos, começou a assistência social aos necessitados, tendo amparado milhares de crianças; com 22 anos, começou a psicografar, publicando cerca de duzentos livros, dos  quais foram vendidos mais de sete milhões de exemplares, com tradução para 15 idiomas, nos quais se vêem mais de 240 Autores e missivistas espirituais. Psicografou em francês, inglês, italiano, alemão e africans (dialeto africano), em fenômeno de xenoglossia.

Suas obras revelam multiplicidade temática e de estilos literários (romances, prosa, poesia, contos, infantil, depoimentos de além-túmulo, filosofia espírita, comentários doutrinários, ciências psíquicas - psiquiatria, psicologia e mediunidade). Psicografou na forma especular (de trás para frente), em português, francês, inglês e espanhol. Com 24 anos, em 1951, começou sua atuação na mídia, em Salvador (BA), com programa espírita em rádio; com 25 anos, criou a Mansão do Caminho, obra sócio-educacional para crianças carentes, que lhe deu seiscentos filhos adotivos, duzentos netos e mais de trinta mil crianças educadas até hoje nos vários cursos.

Com 30 anos, em 1957, começou sua atuação na televisão, havendo realizado mais de mil entrevistas em 750 emissoras (de rádio e TV), no Brasil e em 21 países; com 45 anos, começou a receber homenagens, totalizando cerca de 400 delas no Brasil e 200 no exterior, procedentes de Instituições civis, culturais, políticas, universidades, associações beneficentes, núcleos espiritualistas ou espíritas, destacando-se os dois títulos Doutor Honoris Causa pelas Universidades de Montreal, Canadá, e pela Universidade Federal da Bahia. Tem feito seminários e workshops para médicos, advogados e psicólogos, que se impressionam com seu conhecimento nestas áreas.

Desde o advento do Espiritismo, em 1857, sem dúvida Divaldo é um marco na atuação polivalente da mediunidade, fiel aos princípios espíritas-cristãos. Jamais existiu um médium ou trabalhador espírita, no Brasil e no mundo, com tão fenomenal capacidade e diversidade de atuação mediúnica.

Essa precocidade e versatilidade passa como genialidade, como ocorreu com Leonardo da Vinci, o gênio do Renascimento, que está precisando de quinhentos anos para que a Humanidade comece a compreender sua paranormalidade, mas esperamos que a grande missão do médium Divaldo leve menos tempo para ser mais bem entendida...

                            Washington L.N. Fernandes

Sobre o Carnaval

Sobre o CARNAVAL

Nenhum espírito equilibrado em face do bom senso, que deve presidir a existência das criaturas, pode fazer apologia da loucura generalizada que adormece as consciências nas festas carnavalescas.  É lamentável que na época atual, quando os conhecimentos novos felicitam a mentalidade humana, fornecendo-lhes a chave maravilhosa dos seus elevados destinos, descerrando-lhes as belezas e os objetivos sagrados da Vida, se verifiquem excessos dessa natureza entre as sociedades que se pavoneiam com os títulos da civilização. Enquanto os trabalhos e as dores abençoadas, geralmente incompreendidos pelos homens, lhes burilam o caráter e os sentimentos prodigalizando-lhes os benefícios inapreciáveis do progresso espiritual, a licenciosidade desses dias prejudiciais opera, nas almas indecisas e necessitadas do amparo moral dos outros espíritos mais esclarecidos, a revivescência de animalidades que só os longos aprendizados fazem desaparecer.
Há nesses momentos de indisciplina sentimental o largo acesso das forças da treva nos corações e às vezes toda uma existência não basta para realizar os reparos precisos de uma hora de insânia e de esquecimento do dever.
É estranho que as administrações e elementos de governos colaborem para que se intensifique a longa série de lastimáveis desvios de espíritos fracos, cujo caráter ainda aguarda o toque miraculoso da dor para aprender as grandes verdades da vida.
Enquanto há miseráveis que estendem as mãos súplices, cheios de necessidades e de fome, sobram as fartas contribuições para que os salões se enfeitem e se intensifique o olvido de obrigações sagradas por parte das almas cuja evolução depende do cumprimento austero dos deveres sociais e divinos.
Ação altamente meritória seria a de empregar todas as verbas consumidas em semelhantes festejos na assistência social aos necessitados de um pão e de um carinho.  Ao lado dos mascarados da pseudo-alegria, passam os leprosos, os cegos, as crianças abandonadas, as mães aflitas e sofredoras.  Por que protelar essa ação necessária das forças conjuntas dos que se preocupam com os problemas nobres da vida, a fim de que se transforme o supérfluo na migalha abençoada de pão e de carinho que será a esperança dos que choram e sofrem?  Que os nossos irmãos espíritas compreendam semelhantes objetivos de nossas despretensiosas opiniões, colaborando conosco, dentro de suas possibilidades, para que possamos reconstituir e reedificar os costumes para o bem de todas as almas.

É incontestável que a sociedade pode, com o seu livre-arbítrio coletivo, exibir superfluidades e luxos nababescos, mas, enquanto houver um mendigo abandonado junto de seu fastígio e de sua grandeza, ela só poderá fornecer com isso um eloqüente atestado de sua miséria moral.
Chico Xavier ( médium )
Emmanuel ( espírito )
Fonte: Revista Reformador Publicação da FEB02/1987

O sofrimento dos animais



"A carne de vitela, é muito apreciada por ser tenra, clara e macia. O que pouca gente sabe é que o alimento vem de muito sofrimento do bezerro macho, que desde o primeiro dia de vida é afastado da mãe e trancado num compartimento sem espaço para se movimentar.

Esse procedimento é para que o filhote não crie músculos e a carne se mantenha macia. "Baby beef", é o termo que designa a carne de filhotes ainda não desmamados. O mercado de vitelas nasceu como subproduto da indústria de laticínios que não aproveitava grande parte dos bezerros nascidos das vacas leiteiras. Veja como é obtido esse "produto":

Assim que os filhotes nascem, são separados de suas mães, que permanecem por semanas mugindo por suas crias. Após serem removidos, os filhotes são confinados em estábulos com dimensões reduzidíssimas onde permanecerão por meses em sistema de ganho de peso - alimentação que

consiste de substituto do leite materno. Um dos principais métodos de obtenção de carne branca e macia, além da imobilização total do animal para que não crie músculos, é a retirada do mineral ferro da sua alimentação tornando-o anêmico e fornecendo o mineral somente na quantidade necessária para que não morra até o abate. A falta de ferro é tão sentida pelos animais, que nada no estábulo pode ser feito de metal ferruginoso, pois eles entram em desespero para lamber esse tipo de material. Embora sejam animais com aversão natural à sujeira, a falta do mineral faz com que muitos comam seus próprios excrementos em busca de resíduos desse mineral.

Alguns produtores contornam esse problema colocando os filhotes sobre um ripado de madeira, onde os excrementos possam cair num piso de concreto ao qual os animais não tenham acesso. A alimentação fornecida é líquida e altamente calórica, para que a maciez da carne seja mantida e os animais engordem rapidamente. Para que sejam forçados a comer o máximo possível, nenhuma outra fonte de líquido é fornecida, fazendo com que comam mesmo quando têm apenas sede. Com o uso dessas técnicas, verificou-se que muitos filhotes entravam em desespero, criando úlceras pela sua agitação e descontrole no espaço reduzido.

Uma solução foi encontrada pelos produtores: a ausência de luz; a manutenção dos animais em completa escuridão durante 22 horas do dia, acendendo-se a luz somente nos momentos de manutenção do estábulo. No processo de confinamento, os filhotes ficam completamente mobilizados, podendo apenas mexer a cabeça para comer e agachar, sem poderem sequer se deitar.

Os bezerros são abatidos com mais ou menos 4 meses de vida - de uma vida de reclusão e sofrimento, sem nunca terem conhecido a luz do sol. E as pessoas comem e apreciam esse tipo de carne sem terem idéia de como é produzida. A criação de vitelas é conhecida como um dos mais imorais e repulsivos mercados de animais no mundo todo. Como não há no Brasil lei específica que proíba essa prática - como na Europa - o jeito conscientizar as pessoas sobre a questão. Nossa arma é a informação. Se souber o que está comendo, a sociedade que já não mais tolera violências, vai mudar seus hábitos. Podemos evitar todo esse sofrimento não comendo carne de vitela ou "baby beef" e repudiando os restaurantes que a servem. O consumidor tem força e deve usar esse poder."

Visualização com a Chama Violeta

KUNDALINI


 

  "O que é o Kundalini? Não vamos nos ater a descreve-la, pois essa descrição se encontra em qualquer lugar, mas vamos visualizar e entender de modo simples na medida do possivel, o que é em si mesmo.

Todos nós sabemos, ou ouvimos falar sobre os chakras, que são vertices ou pontos energeticos,e os meredianos ou nadis, que são vasos ou veias ou arterias, por onde percorre a energia absorvida pelos chakras e consequentemente sustenta toda a nossa estrutura fisica e espiritual.

Vamos imaginar por exemplo o seguinte. temos varias camisas, do mesmo tamanho, posicionamos elas umas sobre as outras, em perfeita simetria de modo que cada casinha de botão, fique exatamente sobre a outra, então com apenas um botão, abotoamos todas juntas, e assim fazemos em cada casinha.

Imaginemos esses chakras como se fossem botões, e as camisas como os corpos, cada chakra é um botão que une as estruturas desses corpos e os sustenta energicamente, entrelaçando na base desses chakras, ou seja, antes da primeira casinha, estão os nadis chamados ida e pingala, os nomes não importam, mas a sabedoria oriental os baptizou assim, poderiam ser chamados de 1 e 2, ou zé e mané, não mudaria nada. Eles entrelaçam e volteiam cada chakra. Eles começam lá na base da espinha dorsal, eles não estão na espinha, mas na direção do coccix, eles começam entrelaçados, enrolados como uma serpente, como duas serpentes, mas os dois rabos, ou as cabeças, depende da sua visualização, não estão unidos, estão separados um do outro por um pequeno espaço.

Bom, dentro desses nadis ou serpentes ou meredianos, percorre energia. Essa energia entra nos dois, a mesma energia, mas dentro de cada nadis, essa energia sofre uma mudança vibracional, ela absorve para si a propriedade do nadis, um nadis é feminino e outro masculino, a energia dentro de cada um tem a sua propriedade caracteristica, então teremos energia feminina e masculina, feminina e masculina é apenas um modo de dizer que são opostas em si mesmo.

Essas energias nesses nadis estão ali puras e muito poderosas, cada uma com seu poder especifico, cada uma delas como um magma incandescente, uma longe da outra, mas aos poucos no decorrer da sua circulação pelas ramificações nadicas elas vão se mesclando aos pouquinhos, apesar de serem opostas elas se atraem e como é um processo lento essa mescla das duas, a força gerada por essa união é minima. Quando duas forças opostas se unem, dessa união surge uma nova força e essa força é destrutiva ou transformadora, mas como essa união normalmente ocorre muito aos poucos, essa força é muito subtil, muito pequena e de efeitos minimos. Essa é a energia chamada Kundalini, e aqui nesse contexto ela está adormecida.

Para despertar o Kundalini, é preciso unir os rabos ou as cabeças das serpentes ja citadas, como elas estão separadas por um pequeno espaço, é nesse pequeno espaço que se trabalha. Para isso usa-se comumente a energia sexual, claro que pela meditação e outros exercicios também é possivel, entretanto mais demorado, a energia sexual ou o semem tanto da mulher como do homem, quando transmutado em energia e direcionado nesse espaço, forma como que uma ponte de ligação entre os dois nadis, ao se ligarem um ao outro, a força de atração das duas forças a fazem unir, e dessa união surge a terceira força que é o kundalini, como os rabos ou cabeças das serpentes estão unidas, é como um curto circuito, desse curto circuito nasce a energia kundalini, essa energia ali, faz com que as partes que se juntaram se colabem pela força de atração e pela solda dessa terceira força o kundalini, conforme vai se colabando, se juntando, vai chegando perto dos vortices de energia, que são os chakras, como estão entrelaçando eles, ao colabarem nesses pontos faz com que eles vibrem muito forte, podemos imaginar nesses vértices quando normais como umas pás de ventilador girando bem devagar, mas quando colabados pelos nadis e sobre o efeito do Kundalini, eles giram como elices de avião, então eles despertam ou aumentam a sua vibração especifica, sempre aumentam da base para cima, ou seja da primeira casinha de botão, e assim vai subindo e conforme vai subindo, vai despertando o chakra e sua qualidade especifica.

O risco físico do despertar o Kundalini está justamente nessa primeira fase de fazer a ponte entre as duas serpentes. Os riscos espirituais nas várias casas de botões das camisas."